Atropelamentos de tatu-canastra Priodontes maximus (Kerr, 1792) em uma rodovia no Cerrado goiano e sua relação com a paisagem do entorno

Ednaldo Cândido Rocha, Jhefferson Silva, Paulo Machado e Silva, Vagner Santiago do Vale, Márcio da Silva Araújo

Resumo


Este estudo relata o atropelamento e morte de dois indivíduos de tatu-canastra, Priodontes maximus (Kerr, 1792), na rodovia GO 330, entre os municípios de Catalão e Ipameri, no Sudeste do Estado de Goiás, bem como avalia a relação desses eventos com a paisagem do entorno. A quantidade de habitat na paisagem (CA), a Distância Euclidiana média dos fragmentos de habitat em relação aos vizinhos mais próximos (ENN_MN) e a Distância do curso d’água mais próximo (DCD) foram as métricas que mais contribuíram para ordenar de maneira relativamente distinta as amostras das paisagens dos locais com atropelamentos e sem atropelamentos. Tais variáveis da paisagem influenciam a ocorrência e a capacidade de deslocamento de tatu-canastra e devem ser devidamente consideradas em ações voltadas a minimizar os impactos decorrentes de atropelamentos em rodovias.

Palavras-chave


Dasypodidae, Fragmentação, Fragstats

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DOI: http://dx.doi.org/10.33837/msj.v1i12.569

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Direitos autorais 2018 Ednaldo Cândido Rocha, Jhefferson Silva, Paulo Machado e Silva, Vagner Santiago do Vale, Márcio da Silva Araújo

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