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2021

  • IF Mulheres (entrevista completa do Boletim IF em Movimento - set/21)

    Criado em 2020, para este Boletim, o IF Mulheres é um espaço destinado a divulgar as ações de mulheres que se vinculam ao IF Goiano. Esta seção, que objetiva combater a institucionalização das violências contra as mulheres, constitui-se como um espaço de referência e sororidade as nossas estudantes, servidoras e mulheres da comunidade local. Em vista das condições históricas, políticas e culturais machistas e patriarcais, ressalta-se a necessidade da construção de espaços como estes, tendo em vista que a naturalização das diferentes violências contra a mulher resulta na marginalização e silenciamento feminino em seus espaços de inserção/atuação. Nesta edição, entrevistamos três mulheres, que atuaram/atuam frente a ações para difusão de pensamentos feministas na nossa sociedade e trabalham com o empoderamento feminino.

    Tema: A importância do feminismo na vida das mulheres.

    A equipe desta ação agradece o espaço permitido pelos nossos gestores. Trabalhamos juntos para o crescimento da nossa instituição.

     

     

    Entrevistada: Ramayane Bonacin Braga

    Descrição profissional: Bacharel em Sistemas de Informação pela Universidade Estadual de Goiás, Campus Goianésia, com Especialização em MBA na área de Governança de TI. Atua na Educação Profissional desde 2009 em diferentes escolas da Rede EPT. Professora efetiva do Campus Ceres desde 2015, ministrando disciplinas na área de Engenharia de Software e Análise de Sistemas. Já coordenou projetos de extensão na área de Lógica de Programação para Criança da Educação Fundamental I. Coordena o Projeto Meninas Digitais no Cerrado desde 2016, junto aos professores Adriano Braga, Natália Louzada e Thalia Santana. O projeto Meninas Digitais no Cerrado faz parte dos projetos parceiros do programa nacional Meninas Digitais da Sociedade Brasileira da Computação (SBC). Faz parte do Comitê Gestor do Programa Meninas Digitais da SBC. Atualmente está cursando o mestrado em Educação Profissional (ProfEPT) do Campus Ceres.

    1. Todes aqueles que realizam uma pesquisa, ainda que superficial, sobre feminismo entenderão que se trata de um movimento de luta de mulheres que buscam a igualdade de gênero, ou seja, uma sociedade em que homens e mulheres tenham acesso aos mesmos direitos. No entanto, muitas vezes o feminismo é visto como o oposto do machismo, ou seja, um sistema de opressão das mulheres contra os homens. Para você, qual a origem dessa incompreensão em relação ao que o feminismo representa e quais são os impactos negativas que esse equívoco pode causar para os movimentos sociais?

    Primeiramente acredito que o movimento contra o Feminismo surge a partir daqueles que querem negar nossos direitos e assim criar uma imagem negativa para que as próprias mulheres não se vejam reconhecidas neste movimento tão importante por uma equidade de gênero. Os impactos negativos contra o feminismo, em 1º lugar, podemos definir como um retrocesso em uma luta que já obteve tantas conquistas importantes. Em segundo lugar poderia dizer que há uma dificuldade de entendimento, pelas mulheres, da importância do movimento e o que ele representa e quais conquistas foram alcançadas. E por último, se o movimento de Feminismo não for reconhecido como algo positivo e importante, teremos dificuldade de ocupar espaços de fala sobre temática em eventos e lugares públicos. Por isso, vejo como de suma importância para combater essa imagem negativa o conhecimento da história das conquistas e das lutas das mulheres que representam essas causas.

    2. Muitas mulheres feministas se encontram em uma posição dicotômica entre a sua atuação na luta feminista e a forma como se comportam em suas relações, visto que por mais que haja um processo de desconstrução em curso, todas e todos somos frutos de uma sociedade patriarcal. Isso significa que crenças machistas ainda podem influenciar o comportamento dessas mulheres em seus diferentes tipos de relacionamento (profissional, amoroso, familiar, etc). A partir dessa reflexão, qual seria a melhor forma de evitar que esse paradoxo (ser feminista e ter pensamentos/comportamentos machistas decorrentes do contexto patriarcal em que as mulheres se inserem) se torne mais uma forma de opressão contra as mulheres?

    Como dito, ser feminista em uma sociedade construída a partir de concepções patriarcais é viver em constantes julgamentos e reflexões por toda a sociedade, inclusive a família. O exercício de luta pela equidade de gênero deve ser diário e praticar a sororidade – na minha opinião, é uma das melhores formas de enfrentar esta cultura patriarcal, ser solidárias umas com as outras faz nos sentirmos apoiadas e mais fortes para entender que a luta é única e deve ser vista por todos e todas de uma forma positiva.

    3. O conto da aia, de Margaret Atwood, é um romance fictício que se passa em um futuro muito próximo, na República de Gilead (que era, anteriormente, os Estados Unidos da América). Nessa república não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes, e as universidades foram extintas. O Estado é teocrático e totalitário e as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes, em uma sociedade em que elas perderam todos os seus direitos. Infelizmente, retrocessos como estes não ocorrem apenas na ficção. A história das mulheres iranianas é um exemplo disto – a partir da revolução islâmica em 1979, as suas vestimentas foram questionadas e, no início da década de 80, foi imposto um código de vestimentas obrigatório a estas mulheres. Nesse contexto, fica claro a fragilidade do direito feminino, descrito pela autora Simone de Beauvoir como uma concessão temporária. Com base no texto acima, escreva sobre a importância dos movimentos feministas para a sociedade brasileira e a manutenção dos direitos das mulheres.

    A missão de defender a equidade de gênero não é só um movimento feminista com brasileiras e mulheres mundialmente conhecidas, mas é uma obrigação muito maior descrita nos objetivos da ONU para 2030 e assinados por países do mundo todo. Portanto defender os direitos das mulheres e empoderá-las é uma missão mundial e de suma importância para que a sociedade possa no futuro ser mais próspera, justa e igualitária.

    4. Segundo Alexandra Gurgel (conhecida pelo perfil @alexandrismos), em matéria para a Revista Trip - Uol, “quando a gente pensa na nossa sociedade, que é patriarcal, percebemos que o machismo é a raiz do problema. Os homens veem a mulher como objeto e como algo a ser possuído. A mulher tem que ser subjugada ao homem e o olhar que importa é aquele do homem sobre ela. Essa pressão existe de qualquer jeito, a pressão para ser perfeita. Há um padrão para ser seguido e quem se aproxima mais dele é mais bonito”. A partir dessa afirmação, nota-se que, de um lado, a mulher feminista luta contra a imposição desses padrões sobre o corpo das mulheres, e, por outro lado, ela mesma sofre essas imposições sobre o seu corpo, recorrendo, muitas vezes, a tratamentos estéticos ou cirurgias plásticas para se aproximar desses padrões. Isto posto, considera-se que, em geral, essas mulheres são julgadas, por diferentes grupos, tanto quando lutam, quanto quando cedem aos padrões de beleza. Como criar uma rede de apoio e acolhimento para que haja maior acolhimento e compreensão entre as mulheres independente de suas escolhas pessoais?

    Toda e qualquer rede de apoio pode e deve ser criada sempre que existir alguém motivada a mudar um cenário que não está satisfatório, assim foi com o Meninas Digitais no Cerrado. Um projeto de empoderamento feminino na computação que nasceu pela motivação de duas professoras e um professor que acreditavam que o projeto poderia ajudar muitas meninas a escolherem os cursos de computação como profissão. Este ano o projeto completa 05 anos e o grupo cresceu bastante, já somos 04 professores que coordenam as atividades juntamente com as bolsistas e colaboradoras do projeto, e sempre com muitas estudantes e servidores apoiando e participando das atividades. Fazemos parte de uma grande rede de apoio que é o Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação. Este programa apoia mais de 100 projetos por todo o nosso Brasil com a mesma missão de empoderar meninas na computação. Portanto é de suma importância que procuremos fazer parte de alguma rede de apoio assim teremos ambientes de falas, reflexões e ações para que possamos trabalhar nas futuras mudanças do nosso ambiente de convívio.

    5. A partir de sua experiência, qual mensagem de motivação, força e empoderamento você poderia deixar para nossas estudantes, servidoras e mulheres da comunidade local?

    Minha mensagem de motivação para todas as mulheres que fazem parte da nossa rede acadêmica é que conheçam mais sobre os movimentos feministas, faça parte de algum grupo que defendam nossos direitos. Se onde você trabalha ou estuda não tem nenhum projeto ou grupo que discutam essa temática e você acredita ser importante, comece a se movimentar, crie um projeto ou um evento ou mesmo um grupo de estudos. O importante é aumentar a rede de apoio e ajudar ainda mais mulheres a defenderem seus direitos, assim aos poucos vamos mudando essa sociedade tão desigual.

     

     

    Entrevistada: Thalia Santos de Santana

    Descrição profissional: Professora dos cursos de Informática do Campus Ceres do Instituto Federal Goiano (IF Goiano). Mestranda no Programa de Pós-graduação em Ciência da Computação (INF/UFG). Bacharela em Sistemas de Informação também pelo IF Goiano - Campus Ceres (2019). É uma das coordenadoras do projeto Meninas Digitais no Cerrado, e colaboradora do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Tecnologia da Informação (NEPeTI).


    1. Todes aqueles que realizam uma pesquisa, ainda que superficial, sobre feminismo entenderão que se trata de um movimento de luta de mulheres que buscam a igualdade de gênero, ou seja, uma sociedade em que homens e mulheres tenham acesso aos mesmos direitos. No entanto, muitas vezes o feminismo é visto como o oposto do machismo, ou seja, um sistema de opressão das mulheres contra os homens. Para você, qual a origem dessa incompreensão em relação ao que o feminismo representa e quais são os impactos negativos que esse equívoco pode causar para os movimentos sociais?

    A mulher sempre foi vista como impura, pecadora, bruxa. Mesmo nas sociedades mais antigas, a exemplo da Grécia Antiga, as mulheres já eram tidas unicamente como propriedade, seja de seus pais ou maridos. A partir do momento em que as mulheres passaram a repensar ou questionar os motivos do domínio dos homens, que sempre condenavam suas condutas, e reivindicar direitos de fato, começam a surgir pessoas para ir contra e privar mais uma vez as mulheres. Falar de direitos frequentemente negados e buscar por eles sempre enfrentou resistência na sociedade, e assim foi estabelecido um estigma no intuito de desqualificar este tipo de luta, que corrobora para criar uma ideia errada sobre o movimento feminista. Até porque o contrário de machismo não é feminismo, mas sim “femismo”. Como impacto, é muito mais fácil acreditar na primeira forma em que o feminismo lhe é dito e apresentado, consequência de anos e anos de opressão, do que simplesmente averiguar e compreender a causa, o que demonstra que o desconhecimento também oprime.

    2. Muitas mulheres feministas se encontram em uma posição dicotômica entre a sua atuação na luta feminista e a forma como se comportam em suas relações, visto que por mais que haja um processo de desconstrução em curso, todas e todos somos frutos de uma sociedade patriarcal. Isso significa que crenças machistas ainda podem influenciar o comportamento dessas mulheres em seus diferentes tipos de relacionamento (profissional, amoroso, familiar, etc). A partir dessa reflexão, qual seria a melhor forma de evitar que esse paradoxo (ser feminista e ter pensamentos/comportamentos machistas decorrentes do contexto patriarcal em que as mulheres se inserem) se torne mais uma forma de opressão contra as mulheres?

    Que levante a mão que mulher não passou por essa dicotomia! Quando começamos por este processo de questionamento e reflexão de direitos, de entender de fato o que é o feminismo, ainda somos fruto de vários anos de uma sociedade patriarcal. E por ora, as pessoas com quem mais convivemos, como a família, em todo instante imprimem comportamentos machistas (até mesmo inconscientemente) do que “devemos” ou “não devemos” ser para viver em sociedade: “Menina, não senta assim!”, “Não fale dessa forma, nunca vai achar um marido”, e assim sucessivamente. Para que possamos reverter esta situação, uma das formas seria o acesso à educação e ao conhecimento, ler, pesquisar, informar-se, conversar com outras mulheres... E foi assim que aconteceu comigo, propiciado pelo Campus Ceres e pelas pessoas que o constituem, como um espaço aberto para discussões. Assim, podemos entender melhor essa realidade que nos permeia, as relações sociais de gênero, e daí perceber o que de fato está errado para que possamos corrigir, evitando expressões machistas em nossas atitudes pessoais, para impactar futuramente no todo.

    3. O conto da aia, de Margaret Atwood, é um romance fictício que se passa em um futuro muito próximo, na República de Gilead (que era, anteriormente, os Estados Unidos da América). Nessa república não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes, e as universidades foram extintas. O Estado é teocrático e totalitário e as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes, em uma sociedade em que elas perderam todos os seus direitos. Infelizmente, retrocessos como estes não ocorrem apenas na ficção. A história das mulheres iranianas é um exemplo disto – a partir da revolução islâmica em 1979, as suas vestimentas foram questionadas e, no início da década de 80, foi imposto um código de vestimentas obrigatório a estas mulheres. Nesse contexto, fica claro a fragilidade do direito feminino, descrito pela autora Simone de Beauvoir como uma concessão temporária. Com base no texto acima, escreva sobre a importância dos movimentos feministas para a sociedade brasileira e a manutenção dos direitos das mulheres.

    A primeira graduação de uma mulher no Brasil só ocorreu em 1887. As mulheres só adquiram direito ao voto feminino no país em 1932. Dados como esses relembram que embora hoje pareça trivial que uma mulher possa votar, trabalhar ou ter direito à bens em seu nome, a maior parte destes direitos possuem menos de 100 anos que foram conquistados. Ao mesmo tempo, todas essas conquistas são reflexo direto dos movimentos feministas, que se iniciaram em outros países e influenciaram a busca constante por igualdade de gênero, além de aproximação de demais pautas sociais de grande relevância. Nesta discussão de concessão temporária, apenas na Constituição de 1988 que juridicamente homens e mulheres foram considerados iguais. Não obstante, somente em 2006 é que a Lei Maria da Penha foi sancionada criminalizando a violência contra a mulher. É por esses e outros motivos que o poder de fala e a maior representatividade de mulheres, a exemplo dos espaços de poder, é de suma importância para mantenimento de nossos direitos, em que em condições de injustiça, ser mulher acaba sendo também um ato político.

    4. Segundo Alexandra Gurgel (conhecida pelo perfil @alexandrismos), em matéria para a Revista Trip - Uol, “quando a gente pensa na nossa sociedade, que é patriarcal, percebemos que o machismo é a raiz do problema. Os homens veem a mulher como objeto e como algo a ser possuído. A mulher tem que ser subjugada ao homem e o olhar que importa é aquele do homem sobre ela. Essa pressão existe de qualquer jeito, a pressão para ser perfeita. Há um padrão para ser seguido e quem se aproxima mais dele é mais bonito”. A partir dessa afirmação, nota-se que, de um lado, a mulher feminista luta contra a imposição desses padrões sobre o corpo das mulheres, e, por outro lado, ela mesma sofre essas imposições sobre o seu corpo, recorrendo, muitas vezes, a tratamentos estéticos ou cirurgias plásticas para se aproximar desses padrões. Isto posto, considera-se que, em geral, essas mulheres são julgadas, por diferentes grupos, tanto quando lutam, quanto quando cedem aos padrões de beleza. Como criar uma rede de apoio e acolhimento para que haja maior acolhimento e compreensão entre as mulheres independente de suas escolhas pessoais?

    Devemos começar pelas mulheres que estão a nossa volta, e como dito anteriormente, repensar nossas atitudes pessoais. Acolher o que é diferente (mas o que é diferente é de fato diferente? qual a referência adotada?) e ver a real “beleza”, que vai além de padrões estéticos – padrões esses que são socialmente construídos, em relação a corpos magros, corpos gordos, etc. Mesmo aquelas que se agarram às construções sociais do que é “definido pela sociedade” como ser mulher não conseguem atender a todos os padrões impostos pela sociedade – é necessária uma nova visão do belo. Mesmo entre nós mulheres ligadas à luta feminista é importante evitar julgar a escolha de outra mulher em relação à adesão a um padrão, mas sim estar ao lado dela para que se possa propiciar reflexão se aquilo é de fato uma escolha pessoal dela, ou, de forma inconsciente, o resultado de imposições de padrões sociais. Para mim, minha rede de apoio é e foi o projeto Meninas Digitais no Cerrado, capaz de me tornar uma pessoa melhor, mais empática e que pratica sororidade entre outras mulheres. Saber que você pode contar com outras mulheres neste processo é essencial.

    5. A partir de sua experiência, qual mensagem de motivação, força e empoderamento você poderia deixar para nossas estudantes, servidoras e mulheres da comunidade local?

    Sejam corajosas, acreditem em si mesmas e sigam sua intuição. A luta das mulheres é constante, mas resistamos e sigamos em nosso ato revolucionário: ser mulher!

     

     

    Entrevistada: Ianka Talita Bastos de Assis

    Descrição profissional: Web Design/UI Design na empresa Traço Design de Negócios

    1. Todes aqueles que realizam uma pesquisa, ainda que superficial, sobre feminismo entenderão que se trata de um movimento de luta de mulheres que buscam a igualdade de gênero, ou seja, uma sociedade em que homens e mulheres tenham acesso aos mesmos direitos. No entanto, muitas vezes o feminismo é visto como o oposto do machismo, ou seja, um sistema de opressão das mulheres contra os homens. Para você, qual a origem dessa incompreensão em relação ao que o feminismo representa e quais são os impactos negativos que esse equívoco pode causar para os movimentos sociais?

    Ao longo dos anos diversas mulheres lutam arduamente para que o movimento feminista seja respeitado, entretanto nem sempre a mensagem que queremos passar é replicada com exatidão. Em muitos casos a mídia torna-se sensacionalista distorcendo os fatos para que consigam vender mais, então o que dá lucro é dizer que: “Mulheres histéricas e seminuas estão circulando pelas ruas exigindo que os homens sejam exterminados do planeta”. Infelizmente essas ações midiáticas acarretam repulsa e aversão da sociedade para com o movimento feminista, o que gera fake news e descaso da população em permitir-se conhecer mais sobre a filosofia e ações que são verdadeiramente em prol da equidade de gênero.

    2. Muitas mulheres feministas se encontram em uma posição dicotômica entre a sua atuação na luta feminista e a forma como se comportam em suas relações, visto que por mais que haja um processo de desconstrução em curso, todas e todos somos frutos de uma sociedade patriarcal. Isso significa que crenças machistas ainda podem influenciar o comportamento dessas mulheres em seus diferentes tipos de relacionamento (profissional, amoroso, familiar, etc). A partir dessa reflexão, qual seria a melhor forma de evitar que esse paradoxo (ser feminista e ter pensamentos/comportamentos machistas decorrentes do contexto patriarcal em que as mulheres se inserem) se torne mais uma forma de opressão contra as mulheres?

    A desconstrução de estereótipos, padrões e ações é um processo lento. Trabalhamos com incertezas e por mais desconstruída, livre de pensamentos tradicionais que uma pessoa possa vir a ser, sempre teremos pensamentos machistas vez ou outra inconscientemente, isso se dá pelo simples fato de que fomos criadas em uma sociedade patriarcal que tolera as mulheres e as vê como reprodutoras e submissas. Entretanto, devemos nos policiar a tais pensamentos. Cada um, independente de gênero, raça ou classe merece respeito, empatia e amor. Entenda seu lugar no mundo, o seu lugar de fala, olhe a história e aprenda com a luta de nossas antepassadas; as lutas não foram em vão. Para que possamos evitar o paradoxo de sermos influenciáveis, devemos consumir o máximo de informação possível, avaliar se são verídicas e formar nosso próprio caráter sem tapar os olhos para as atrocidades do passado.

    3. O conto da aia, de Margaret Atwood, é um romance fictício que se passa em um futuro muito próximo, na República de Gilead (que era, anteriormente, os Estados Unidos da América). Nessa república não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes, e as universidades foram extintas. O Estado é teocrático e totalitário e as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes, em uma sociedade em que elas perderam todos os seus direitos. Infelizmente, retrocessos como estes não ocorrem apenas na ficção. A história das mulheres iranianas é um exemplo disto – a partir da revolução islâmica em 1979, as suas vestimentas foram questionadas e, no início da década de 80, foi imposto um código de vestimentas obrigatório a estas mulheres. Nesse contexto, fica claro a fragilidade do direito feminino, descrito pela autora Simone de Beauvoir como uma concessão temporária. Com base no texto acima, escreva sobre a importância dos movimentos feministas para a sociedade brasileira e a manutenção dos direitos das mulheres.

    Apesar das inúmeras lutas e conquistas das mulheres nos últimos tempos, é alarmante a situação em que o Brasil se encontra em relação a violência, objetificação, feminicídio e inferiorização da mulher. Infelizmente ainda vivemos em um país patriarcal e extremamente machista, onde os direitos das mulheres são desprezados e mortes e mais mortes são arquivadas e esquecidas. A luta pela equidade de gênero é um marco histórico em todo mundo, entretanto, motivo para chacota pela sociedade. Os movimentos feministas enfatizam o direito ao mínimo em que uma mulher deveria receber: saúde, apoio, respeito, salários compatíveis com suas funções e não com o seu gênero. Mesmo que ainda hoje tenham projetos de leis esdrúxulas como o Projeto de Lei nº 5096/2013 de autoria de Eduardo Cunha, que visa dificultar mais ainda o acesso ao aborto seguro em casos de estupro, há também conquistas memoráveis. Entretanto, sem o movimento feminista e a luta de todas as mulheres, nada que conquistamos até hoje seria possível. Por mais que tenhamos conquistado ⅓ dos nossos direitos, muitas ações, projetos políticos, movimentos sociais ainda precisam ser reajustados para que o respeito e a equidade paire entre a sociedade e que todos tenham os mesmo direitos e reconhecimento.

    4. Segundo Alexandra Gurgel (conhecida pelo perfil @alexandrismos), em matéria para a Revista Trip - Uol, “quando a gente pensa na nossa sociedade, que é patriarcal, percebemos que o machismo é a raiz do problema. Os homens veem a mulher como objeto e como algo a ser possuído. A mulher tem que ser subjugada ao homem e o olhar que importa é aquele do homem sobre ela. Essa pressão existe de qualquer jeito, a pressão para ser perfeita. Há um padrão para ser seguido e quem se aproxima mais dele é mais bonito”. A partir dessa afirmação, nota-se que, de um lado, a mulher feminista luta contra a imposição desses padrões sobre o corpo das mulheres, e, por outro lado, ela mesma sofre essas imposições sobre o seu corpo, recorrendo, muitas vezes, a tratamentos estéticos ou cirurgias plásticas para se aproximar desses padrões. Isto posto, considera-se que, em geral, essas mulheres são julgadas, por diferentes grupos, tanto quando lutam, quanto quando cedem aos padrões de beleza. Como criar uma rede de apoio e acolhimento para que haja maior acolhimento e compreensão entre as mulheres independente de suas escolhas pessoais?

    A corrida pela padronização da beleza é algo doloroso, não somente físico, mas também psicológico. A busca incessante pela perfeição, pelo corpo perfeito, pelos padrões estéticos desejados, varia de geração para geração. Contudo, em pelo século XXI o que mais se vê são mulheres lindas atordoadas com pequenas imperfeições em seus corpos. As redes sociais, por mais benéficas que sejam em sua maioria, muitas vezes são um ambiente tóxico e deprimente. Com a pandemia pôde-se acompanhar nos jornais a alta procura por procedimentos estéticos devido à utilização exagerada de filtros em apps como Instagram, Snapchat, TikTok, entre outros. Com isso, presencia-se também movimentos feministas virtuais que cresceram descomunalmente como a hastag body positive sendo enfatizada pela brilhante Alexandra Gurgel. Uma das redes de apoio criada pela influencer é o perfil @movimentocorpolivre, no Instagram, que atualmente conta com mais de 400 mil pessoas. Não é necessário muito para criar uma rede de apoio, tudo que precisamos é de respeito, compreensão, entender seu lugar de fala, apoiar, incentivar e motivar pessoas.

    5. A partir de sua experiência, qual mensagem de motivação, força e empoderamento você poderia deixar para nossas estudantes, servidoras e mulheres da comunidade local?

    Entendo sua dor, entendo as dificuldades em que muitas mulheres vivem todos os dias e o que passamos em nossos lares, ambientes de trabalho, relacionamentos, ao andar na rua, ao respirar, ao existir. Entendo que exista dentro de si uma vontade enorme de desistir, até porque seria mais fácil, não teríamos que nos preocupar com o amanhã. Mas sabemos também a força que temos dentro de nossos corações. Então, antes de pensar em jogar tudo para o ar, levante-se, pegue um copo d’água, respire fundo e erga a cabeça, pois mesmo achando que não, sempre vai existir uma pessoa que se inspira em você todos os dias. Você não está só, entenda isto! Existe a sua volta uma rede de mulheres fantásticas com caminhões repletos de amor e compreensão para lhe abraçar, apoiar e incentivar sempre que possível. Caso você não tenha esse amparo, existem hoje projetos fabulosos onde você pode trilhar o seu caminho e encontrar uma rede de apoio incrível – foi o que eu fiz. Participo do projeto Meninas Digitais no Cerrado e fico imensamente feliz em poder contribuir para o acolhimento e ensino de outras mulheres que, assim como eu, visam um mundo melhor, com mais respeito, oportunidades e empatia.

     

     

    Equipe do Boletim IF em Movimento

  • IFSULDEMINAS lança edital do programa Empreendedor Nacional

    IF Goiano selecionará até sete projetos para participar do programa em seleção interna

  • III Integra IF Goiano: aberto período para proposição de minicursos e oficinas

    Interessados em submeter propostas devem submeter proposta até 17 de outubro

  • Inscrições abertas para a etapa local do eJIFs 2021

    Podem participar estudantes de todos os cursos do Campus Ceres. Competição terá xadrez, LoL e Free Fire

  • Inscrições abertas para transferência de cursos superiores

    Processo Seletivo também aceita reingresso e ingresso de portador de diploma. Podem participar estudantes de quaisquer faculdades ou universidades brasileiras

  • Inscrições deferidas - Edital para Formação de Professores e Práticas Educativas

    Seleção ocorre nos polos Ipameri e Ceres.

  • Inscrições para cursos técnicos são prorrogadas

    Interessados poderão se inscrever até 04 de fevereiro. A seleção será feita sem prova, por meio de análise do histórico escolar, que deve ser enviado durante a inscrição

  • Inscrições para projetos de Ensino começam em 21 de junho

    Podem submeter e coordenar projetos os servidores do quadro efetivo da unidade. A equipe de cada projeto poderá conter até 3 estudantes, além de colaboradores

  • Inscrições prorrogadas para mestrados e doutorado do IF Goiano

    Instituto disponibiliza 143 vagas para diversas áreas e unidades. Em Ceres a oferta é para o mestrado profissional em Irrigação no Cerrado

  • Instruções para o ESTÁGIO dos cursos de bacharelado e técnicos

    CONSIDERAÇÕES INICIAIS DO ESTÁGIO

    Antes de preencher os documentos de estágio, é necessário que o estudante leia as instruções que estão em conformidade com o Regulamento dos Cursos, Projeto Pedagógico do Curso e Regulamento de Estágio.

    • Toda documentação relativa ao início de estágio deverá ser protocolada no setor de estágio antes do aluno iniciar suas atividades de estágio.
    • A ausência do Termo de Compromisso de Compromisso de Estágio caracterizará vínculo empregatício perante o MPT – Ministério Público de Trabalho e sujeitará a parte concedente as sanções previstas na Lei.
    • Em hipótese alguma aceitaremos documentos sem as devidas assinaturas.
    • No caso de qualquer alteração do Termo de Compromisso de Estágio durante o período de estágio, o aluno deverá informar o setor de estágio através do Termo aditivo.
    • Caso o aluno não se interesse em continuar com o estágio, ele deverá procurar o setor para receber orientação quanto ao procedimento de desligamento da empresa.
    • Após solicitado a intenção de realizar o estágio e entregar a documentação adequada o Núcleo de Estágio possui 07 dias úteis para realizar os cadastros/documentos necessários para o início das atividades.
    • O Prazo para entrega dos documentos da conclusão do estágio será no máximo 45 dias após a data de finalização do estágio.
    • O aluno deverá procurar o orientador antes, durante e após concluir o estágio, visando a elaboração, avaliação do relatório e construção da pasta de estágio via Suap.
    • As dúvidas referentes a parte legal do estágio poderão ser sanadas no regulamento.
    • Dúvidas que surgirem antes, durante e após o estágio poderão ser sanadas, também, pelo núcleo de estágio pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
    • Os estudantes devem estar atentos ao total de horas de estágio necessárias para conclusão das atividades, este valor deve ser consultado no PPC de cada curso.

     

    DOCUMENTOS NORTEADORES DO ESTÁGIO:

     

    INICIANDO O ESTÁGIO

    • Preencher os endereços bit.ly/estagio_bacharelado, para estudantes dos cursos de bacharelado, ou bit.ly/estagio_agropecuaria, para estudantes dos cursos técnicos.
    • Preencher o documento Informações para Termo de compromisso de estágio (arquivo editável) e enviar em arquivo editável, sem assinaturas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
    • Enviar o Plano de Trabalho (arquivo editável), em formato PDF, devidamente preenchido e assinado, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
    • Em caso de estágio externo ao IF Goiano o estudante deverá verificar se os nomes do supervisor e do responsável pela instituição concedente estão nesta lista. Caso não estejam, os prestadores externos deverão preencher o Termo de Responsabilidade para Uso do Suap (arquivo editável), assinar e enviar para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

     

    DURANTE E FINALIZANDO O ESTÁGIO

     

    MARCANDO A APRESENTAÇÃO DO ESTÁGIO(para cursos que exigem apresentação de banca)

    O estudante e o orientador são responsáveis por organizar a defesa e informar o Núcleo de Estágio, com antecedência, as informações necessárias através do endereço bit.ly/estagio_banca.

     

    MONTANDO A PASTA DE ESTÁGIO NO SUAP

    Quase todos os documentos serão elaborados pelos estudantes e encaminhados ao orientador. O orientador cria um documento (formulário) no Suap, utiliza o recurso “copiar e colar” do documento entregue pelo estudante e depois requisita as assinaturas necessárias.

    O orientador deve criar o processo no Suap e anexar os documentos na ordem seguinte:

    Após inserir todos os documentos, o orientador envia o processo ao Núcleo de Estágio (UE-CE). A responsável pelo Núcleo de Estágio faz a conferência dos documentos e emite uma declaração de que o estudante concluiu com êxito e de que o professor(a) orientou o(a) estudante durante o período de XX/XX a YY/YY e envia a ambos.

     

    SOLICITANDO ALTERAÇÃO NO TERMO DE COMPROMISSO E/OU ALTERÇÃO DE SUPERVISOR

    Preencher o Termo aditivo (termo de compromisso de estágio) (arquivo editável) e enviar em arquivo editável, sem assinaturas, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Quando pronto, o documento deve ser anexado ao processo.

     

    SOLICITANDO A MUDANÇA DE ORIENTADOR

    Enviar a Declaração de mudança de orientador (arquivo editável) em formato PDF, devidamente preenchido e assinado, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Quando pronto, o documento deve ser anexado ao processo.

     

    SOBRE O SEGURO

    Seguro contra acidentes pessoais é obrigatório conforme a Lei nº 11788/2008. Os acadêmicos do IF Goiano - Campus Ceres estão amparados por seguro contra acidentes pessoais. Os dados da seguradora devem constar no Termo de Compromisso de Estágio conforme dados: Seguradora Gente Seguradora AS e Apólice 1463.

     

     

    Núcleo de Estágio/ Gerência de Extensão

  • Instruções para o ESTÁGIO dos cursos de licenciatura

    CONSIDERAÇÕES INICIAIS DO ESTÁGIO

    Antes de preencher os documentos de estágio, é necessário que o estudante leia as instruções que estão em conformidade com o Regulamento dos Cursos, Projeto Pedagógico do Curso e Regulamento de Estágio.

    • Antes do início do estágio o estudante deve procurar sua coordenação de estágio e/ ou a coordenação de curso, bem como ler a Cartilha de Estágio, para orientações.
    • Toda documentação relativa ao início de estágio deverá ser enviada ao Núcleo de Estágio, dentro do limite de prazo determinado no Calendário Acadêmico vigente e, preferencialmente, antes do estudante iniciar suas atividades de estágio.
    • A ausência do Termo de Compromisso de Estágio caracterizará vínculo empregatício perante o MPT – Ministério Público de Trabalho e sujeitará a parte concedente as sanções previstas na Lei, portanto NÃO pode ser caracterizado como atividade de estágio.
    • Em hipótese alguma aceitaremos documentos sem as devidas assinaturas.
    • No caso de qualquer alteração do Termo de Compromisso de Estágio durante o período de estágio, o estudante deverá informar o setor de estágio por meio do do Termo Aditivo.
    • Após manifestada a intenção de realizar o estágio e havendo sido entregue a documentação adequada, o Núcleo de Estágio terá 7 dias úteis para realizar os cadastros e preparar os documentos necessários para o início das atividades.
    • O prazo para entrega dos documentos da conclusão do estágio seguirá o definido no Calendário Acadêmico vigente.
    • O estudante deverá procurar o orientador antes, durante e após concluir o estágio, visando a elaboração, avaliação do relatório e constituição do processo de estágio, no Suap.
    • Dúvidas que surgirem quanto ao processo poderão ser sanadas, também, pelo núcleo de estágio pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
    • Os estudantes devem estar atentos ao total de horas de estágio necessárias para conclusão das atividades, estando este valor disponibilizado no PPC de cada curso.

     

    DOCUMENTOS NORTEADORES DO ESTÁGIO:

     

    INICIANDO O ESTÁGIO

    • Preencher o endereço bit.ly/estagio_licenciatura.
    • Preencher o documento Carta de Apresentação (arquivo editável) e enviar em arquivo editável para a coordenação de estágio.
    • Em caso de estágio externo ao IF Goiano, o estudante deverá verificar, junto ao Núcleo de Estágio (via e-mail), se os prestadores externos estão cadastrados no sistema Suap. Caso não estejam, os prestadores externos deverão preencher o Termo de responsabilidade para uso do Suap (arquivo editável), assiná-lo e enviá-lo para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
    • Para os prestadores externos realizarem a assinaturas necessárias via Suap é preciso acessar o tutorial explicativo pelo endereço https://youtu.be/wtWzKp9CvOk.

     

    MONTANDO O PROCESSO DE ESTÁGIO NO SUAP

    A criação da pasta se inicia com a Carta de Apresentação do estudante, e é feita pela coordenação de estágio. Uma vez criada, os demais documentos deverão ser adicionados logo em seguida pelo orientador responsável. Os documentos elaborados pelo estudante deverão ser encaminhados ao orientador, que por sua vez fará a inserção deles no Suap, bem como requerer as assinaturas necessárias. Os documentos deverão estar na seguinte ordem:

    • Termo de Compromisso de Estágio e Plano de Trabalho: após ser preenchido pelo estudante, este documento deve ser enviado ao Núcleo de Estágio do Campus Ceres, em formato editável, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O responsável pelo Núcleo de Estágio irá finalizar o termo, assiná-lo e solicitar as assinaturas necessárias (estudante, diretor-geral, responsável pela IES, supervisor de ensino e orientador).
    • Lista de Atividades Diárias do Estágio Curricular Supervisionado e Avaliação do Supervisor - Observação ou Lista de Atividades Diárias do Estágio Curricular Supervisionado e Avaliação do Supervisor - Semi-regência e Regência: o estudante deverá preencher a Lista de Atividades Diárias e, então, o supervisor responsável fará a avaliação. O orientador, de posse deste documento, criará sua versão no Suap, irá assiná-la e requerer a assinatura do supervisor e do estagiário.
    • Relatório de Estágio: o estudante preencherá este formulário e o enviará ao orientador, que criará a versão do documento no Suap, irá assiná-la e requerer a assinatura do estagiário. A depender do estágio em execução, será necessário anexar o Projeto de Intervenção Investigativa e/ ou os Planos de Aula no relatório.
    • Avaliação pelo Orientador (Ciências Biológicas) ou Avaliação pelo Orientador (Química): o orientador deverá preencher o documento compatível com sua modalidade de atuação ou com o curso do estudante, inserir o arquivo no Suap e assiná-lo. (Exclusivamente para a matriz antiga do curso de Ciências Biológicas, usar este modelo.)
    • Após a inserção de todos os documentos no processo on-line, o orientador deverá enviá-lo ao Núcleo de Estágio (UE-CE). O servidor responsável pelo Núcleo de Estágio fará a conferência dos documentos e o lançamento deles no Suap, finalizando o processo em seguida.

     

    SOLICITANDO ALTERAÇÃO NO TERMO DE COMPROMISSO E/ OU ALTERÇÃO DE SUPERVISOR

    O estudante deverá preencher o Termo Aditivo (ao Termo de Compromisso de Estágio) e enviá-lo em arquivo editável, sem assinaturas, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Quando pronto, o documento será anexado ao processo.

     

    SOLICITANDO A MUDANÇA DE ORIENTADOR

    Deve-se enviar a Declaração de mudança de orientador, devidamente preenchido, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Quando pronto, o documento deve ser anexado ao processo. A depender do caso, tal alteração poderá exigir o refazimento do Plano de trabalho.

     

    SOBRE O SEGURO

    O seguro contra acidentes pessoais é obrigatório conforme a Lei nº 11.788/2008. Os acadêmicos do Campus Ceres estão amparados por seguro contra acidentes pessoais. Até 31 de dezembro de 2023 o Campus Ceres possui contrato com a Seguradora Sura S/A - CNPJ 33.065.699/0001-2br possuindo cada estudante uma apólice individual que pode ser acessada neste endereço. Para localizar seu nome, utilize uma ferramenta de busca do próprio leitor de PDF em uso.

    Observação: este passo só será necessário nos casos de empresas que exigem apólices individuais, pois os dados da seguradora já constam no Termo de Compromisso.

     

     

    Núcleo de Estágio/ Gerência de Extensão

  • IV Dia do Químico comemora os 10 anos do curso

    Em evento realizado entre 16 e 18 de junho, professores, estudantes e egressos celebraram a 1ª década de vida da Licenciatura em Química do Campus Ceres

  • Jovens da 3ª idade: uma experiência de educação ambiental no Campus Ceres

    Projeto de extensão realizado em parceria com o projeto Conviver, de inclusão de pessoas idosas de Ceres, prima pelo convívio entre gerações num contexto de educação ambiental

  • Lançado edital para Residência Agrícola

    Seleção se destina a concluintes e recém-egressos de cursos técnicos e de graduação de Agropecuária, Agronomia e Zootecnia. Bolsa mensal chega a R$ 1.200

  • Licenciaturas são foco de discussões a partir de quarta-feira, 9

    4ª edição do Elped tem extensa programação e traz teóricos de vários países para tratar da formação de professores e didática em tempos de pandemia

  • Livro organizado por professoras do Campus Ceres discute o ensino de línguas no Ensino Médio

    Obra publicada em 2020 tem contribuições de docentes do IF Goiano e de outras quatro instituições

  • Meninas Digitais no Cerrado completa 05 anos de existência

    Iniciativa que se originou como projeto de extensão coleciona feitos em todos os eixos institucionais, e principalmente como transformador da autoestima de meninas e mulheres envolvidas na Tecnologia da Informação

  • Mestrado em Irrigação no Cerrado é contemplado em edital da Fapeg

    A chamada pública visa o custeio de equipamentos e estrutura e é feita em parceria com a Capes. Valor destinado será de R$ 60 mil

  • Mestrado ProfEPT realiza aula inaugural de sua 1ª turma em Ceres

    Aula foi ministrada virtualmente pelo professor Gaudêncio Frigotto, pesquisador de renome na Educação Profissional e Tecnológica

  • Mestrados e doutorado: último dia de inscrição

    Seleção tem vagas para o mestrado em Irrigação no Cerrado, do Campus Ceres, e outros. Interessados têm até às 23h59 de hoje para participar

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